Tesamorelina está entre os temas em que os detalhes importam mais que as manchetes. Esta página reúne contexto, mecanismos e os pontos práticos mais consultados.
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O Laboratório Nacional Lawrence Livermore é um centro de pesquisa e desenvolvimento financiado pelo governo federal dos Estados Unidos em Livermore, Califórnia. Estabelecido em 1952, o laboratório é patrocinado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e administrado de forma privada pela Sociedade de Responsabilidade Limitada de Segurança Nacional Lawrence Livermore. A instituição foi originalmente estabelecida como Laboratório de Radiação da Universidade da Califórnia, filial de Livermore, em 1952, em resposta à detonação da primeira bomba atômica da União Soviética durante a Guerra Fria. Mais tarde, tornou-se autônomo em 1971 e foi designado laboratório nacional em 1981. Em 2007 tornou-se plenamente independente da Universidade da Califórnia. É um dos dois únicos lugares nos Estados Unidos onde foram projetadas as ogivas nucleares. Além disso, esse foi o laboratório de armas que desenvolveu a bomba de hidrogênio.
Fontes: pt.wikipedia.org
== História == Foi criado com o nome de Laboratório de Radiação, com o objetivo de desenhar ogivas nucleares e concorrer com o Laboratório Nacional Los Alamos, sede do projeto Manhattan e que havia construído as primeiras armas nucleares, sendo propriedade de pesquisa da Universidade da Califórnia. Edward Teller e Ernest O. Lawrence, ambos diretores do laboratório, são considerados co-fundadores, sendo construído no local da antiga base aérea naval de Livermore. Herbert York foi um estudante e mais tarde diretor do Lawrence Livermore, tendo participado dos quatro projetos do lugar: Projeto Sherwood (de fusão magnética), Projeto Whitney (desenho de armas), projeto de experimento de armas de diagnóstico e um projeto de física básica. O Laboratório Nacional de Lawrence Livermore ganhou esse nome em 1971. Se tornou plenamente independente da Universidade da Califórnia em 2007. Abriga o supercomputador ASC Purple.
Fontes: pt.wikipedia.org
«History of the Laboratory». LLNL. 14 de julho de 2002. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2006 Serving the Nation for Fifty Years: 1952–2002 Lawrence Livermore National Laboratory [LLNL], Fifty Years of Accomplishments (PDF) (Relatório). LLNL. 2002. UCRL-AR-148833. Consultado em 26 de agosto de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 15 de outubro de 2011 LLNL Industrial Partnerships and Commercialization (IPAC) (official website)
Fontes: pt.wikipedia.org
Edwin Mattison McMillan (Redondo Beach, 18 de setembro de 1907 — El Cerrito, 7 de setembro de 1991) foi um físico norte-americano e prêmio Nobel creditado como o primeiro a produzir um elemento transurânico, o netúnio. Por essa contribuição, dividiu o Nobel de Química com Glenn Theodore Seaborg em 1951, "por suas descobertas na química dos elementos transuranianos". Graduado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia, obteve seu doutorado pela Universidade de Princeton, em 1933, e juntou-se ao Laboratório de Radiação de Berkeley, onde descobriu o oxigênio-15 e berílio-10. Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no radar de microondas do Laboratório de Radiação do MIT, e no sonar do Laboratório de Rádio e Som da Marinha. Em 1942 juntou-se ao Projeto Manhattan, o esforço de guerra para criar bombas atômicas, e ajudou a estabelecer o projeto do Laboratório Nacional de Los Alamos, onde as bombas foram projetadas. Liderou equipes que trabalharam no projeto de armas nucleares do tipo balístico, e também participou do desenvolvimento da arma nuclear de implosão. McMillan co-inventou o síncrotron com Vladimir Veksler. Em 1954 foi nomeado diretor associado do Laboratório de Radiação, sendo promovido a vice-diretor em 1958. Com a morte do físico Ernest Lawrence naquele ano, se tornou diretor, e permaneceu nessa posição até sua aposentadoria em 1973.
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Tesamorelina é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Tesamorelina apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Tesamorelina)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Tesamorelina)